
No vendaval.
Folhas, galhos e ramos
Rebolam pela rua
Em abandono.
Vibram desgovernadas,
E à nova rajada se debatem,
Agitam e voam.
As corolas coloridas,
Despenteadas, desfolhadas,
Desprotegidas.
Os humanos vultos inclinam-se,
Às roupas e ao corpo abraçados,
Cabelos em labareda,
Contra o vento.
O imenso manto das nuvens.
As que plantei com tamanha devoção!
Aguentarão os balanços do vendaval?
Sem comentários:
Enviar um comentário