
Agora é Strong, de Reamonn, que me leva por uma fenda indetectada de mim própria e me transporta a recantos longínquos, desconhecidos, onde me retém, cativa.
Logo, quando percorrer as ruas do costume, as mesmas pedras serão diferentes, as mesmas paredes estarão renovadas, as mesmas pessoas, inovadas, só porque eu não serei a mesma de ontem, mas uma mistura do que fui com tudo o que entretanto absorvi.
Este, o segredo de viver, transformando-nos.
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