
Prometera a mim própria não postar aqui poemas antigos. Não resisti, porém, ao anúncio de Outono!
Que não é brisa de Verão.
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É o Outono anunciado,
Em sopro, pelos canaviais.
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Sabem-no os pombos, que voam
Em revoadas festivas.
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Sentem-no as folhas esguias,
Que balançam, de prazer.
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E comprazo-me eu também,
Expectante do tempo que vem.
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Ilona Bastos
Lisboa, 1 de Setembro de 2004
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